segunda-feira, agosto 28, 2006

Calma...

Ter você tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
Sinto seu cheiro, seu perfume...
Perfume de flor recém aberta, que descobriu vida nova.
Vejo seu vulto, andar macio, olhar que arde...
Seus labios se movem...
Sua voz suave dentro da minha cabeça me traz calma,
Me dizendo baixinho para ter paciência.
Eu entendo, o amor tem suas perfeições,
Mas está longe de ser lógico como uma ciência.
Passo o tempo assim, feliz pelo que acontece agora,
Porque apesar das incertezas ainda tenho comigo a sua voz,
Dizendo baixinho para eu ter calma.