Livre Arbitrio
Dois namorados numa praça de alimentação de um shopping...
Zé: Pois é, você tem seu livre arbítrio pra tomas essas decisões!
Lili: Mas Zé... vem cá. Se é arbítrio, como pode ser livre?
Zé: Pó Lili, não complica... Se é você quem decide, você quem arbitra, é livre.
Lili: Sei não Zé... a minha ONG interna diz que deveria haver uma decisão por consenso e não um arbitro.
Zé: Lili, entenda! Essa tal ONG não é você?
Lili: Bom... sim e não. Pelo menos não eu toda.
Zé: ahm?
Lili: Nesse momento a minha ONG interna está requerendo uma audiência com a minha ONU interna, com fins de garantir o direito de uma decisão não arbitraria.
Zé: Lili... para com essa loucura. É LIVRE Arbítrio.
Lili: Você não vive pedindo pra eu entender de futebol? Quem arbitra o jogo não é o juiz? O juiz é o arbitro... portanto...
Zé: Portanto o que Lili? Uma coisa não tem nada com a outra.
Lili: Zé... se tem juiz, tem juízo. Você não vive dizendo que eu não tenho juízo? Então... minha ONG interna diz que há abandono de incapaz no que diz respeito à não discussão democrática do arbítrio.
Zé: Lili... escolhe logo... ou meus Estados Unidos internos vão invadir sua democracia.
Lili: Sem pressão Zé... olha lá... você sabe! Sou mulher e sou baixinha! Meu Osama Bin Laden interno só precisa de mais um motivo para atacar seu World Trade Center interno!!!
Zé: AH Lili... esquece... você me deixa furioso.
Nisso, Zé retira seu corpo diplomático interno da mesa de negociações para esfriar a cabeça.
Lili fica ali. Sentada. Tranqüila. Olhando pro teto do shopping durante alguns minutos.
Aqueles olhinhos tranqüilos se fixam no balconista e ela diz:
- Morango moço. Meu sorvete pode ser de morango.
Zé: Pois é, você tem seu livre arbítrio pra tomas essas decisões!
Lili: Mas Zé... vem cá. Se é arbítrio, como pode ser livre?
Zé: Pó Lili, não complica... Se é você quem decide, você quem arbitra, é livre.
Lili: Sei não Zé... a minha ONG interna diz que deveria haver uma decisão por consenso e não um arbitro.
Zé: Lili, entenda! Essa tal ONG não é você?
Lili: Bom... sim e não. Pelo menos não eu toda.
Zé: ahm?
Lili: Nesse momento a minha ONG interna está requerendo uma audiência com a minha ONU interna, com fins de garantir o direito de uma decisão não arbitraria.
Zé: Lili... para com essa loucura. É LIVRE Arbítrio.
Lili: Você não vive pedindo pra eu entender de futebol? Quem arbitra o jogo não é o juiz? O juiz é o arbitro... portanto...
Zé: Portanto o que Lili? Uma coisa não tem nada com a outra.
Lili: Zé... se tem juiz, tem juízo. Você não vive dizendo que eu não tenho juízo? Então... minha ONG interna diz que há abandono de incapaz no que diz respeito à não discussão democrática do arbítrio.
Zé: Lili... escolhe logo... ou meus Estados Unidos internos vão invadir sua democracia.
Lili: Sem pressão Zé... olha lá... você sabe! Sou mulher e sou baixinha! Meu Osama Bin Laden interno só precisa de mais um motivo para atacar seu World Trade Center interno!!!
Zé: AH Lili... esquece... você me deixa furioso.
Nisso, Zé retira seu corpo diplomático interno da mesa de negociações para esfriar a cabeça.
Lili fica ali. Sentada. Tranqüila. Olhando pro teto do shopping durante alguns minutos.
Aqueles olhinhos tranqüilos se fixam no balconista e ela diz:
- Morango moço. Meu sorvete pode ser de morango.

3 Comments:
vc é doido, eauiehauehauheauhea
quemé a doida? uahuaheuheaeaeauehuaea
Bin laden interno... vou copiar essa conversa no forum q frequento
Hummm, sorvete de creme.
Pois é, mente fértil rs
Volta a fumarrrr Re
Quero flocos!
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